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segunda-feira, 14 de março de 2011

Eu não pude evitar.



Diversas vezes eu perdi esperanças em não te encontrar mais por aí, nessas esquinas da vida, onde várias vezes cruzamos pelo acaso, por não querermos, ou por querer e consegui. Faz algum tempo que eu voltei de algum lugar que me fez bem, que me ensinou a viver, na vontade de te encontrar dirigindo, de te encontrar sentado ou por aí fazendo alguma coisa e depois de uma semana aconteceu. Eu não sei se é engraçado, mas toda vez que eu sinto uma vontade imensa de te ver, tu nunca aparece, mas quando eu penso sem querer em ti, ali tu estas, fazendo alguma coisa boba que me faz delirar, que me faz criar vontade de rir na tua frente só pra que você perceba essa alegria que eu sinto ao te ver, pra chamar um pouco dessa tua atenção que me mata quando tu não me dar, que nunca me destes. Esses olharem que você tem e eu não sei o que significa, não sei o que diz, e é chato ter que ficar tentando adivinhar, logo eu que sempre dou um de adivinha da vida alheia. Só quero deixar bem claro que não é amor, ainda não, é só uma atração que eu sinto, só isso. Essa atração que me faz senti... sei lá o que eu sinto, mas eu gosto de te olhar e eu não posso evitar, você provoca, alguém provoca e eu não resisto, eu não deixo passar, eu não nada.

Na minha memória, tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos. Caio Fernando Abreu

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