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domingo, 12 de junho de 2011

(...) Você sabe que vai haver uma surpresa, mesmo não sabendo qual será a surpresa. O amor te espera atrás da porta e ao abrir encontra um jardim em cima da cama, com coisinhas de amor, cartões de FELIZ DIA DOS NAMORADOS! O ar falta e as pernas começam a ficar trêmulas. Lágrimas começam a querer cair pelo seu rosto e você segura. A garganta fica seca, o coração já está na garganta e o amor... O amor reina. Logo em você, que nunca pensou que amaria aos dezessete e recebe, numa manhã de muito calor, ursinhos e alianças e um pedido de namoro que você sempre quis. E tudo acontece de um jeito que chega não acreditar no que estar acontecendo. Fiquei anestesiado pelo momento, quis esconder a feição de - aaaaaaah que lindo - não resisiti e o beijei e abracei. Poderia ser tanta coisa e foi amor. E você tem a pessoa que te dar atenção a todo instante, que liga todos os dias e pergunta como foi seu dia ou pra dizer que simplismente está com saudades. Se preocupa com você, faz dengos e suas vontades, respeito acima de qulquer coisa. É amor, é paixão e eu não vou dizer, agora eu acredito e que se dane a insegurança, o medo. Eu quero saber de amar. Ficar agarrados em plenos 35 graus não é fácil, é maravilhoso. Se sentir protegido, carinhos por toda a parte do corpo e sente até arrepios. E você não quer desgrudar, sente falta depois de cinco segundos que está longe. Agora entendo a minha melhor amiga. Sente ciúmes bobos, fica egoísta, quer tudo pra você. Não tem nada melhor que receber apelidinhos que de alguma forma te definem... É melhor eu parar de escrever. Eu quero amar.

Ame, não tenha medo de sofrer. Prove, morra de amor, chore, grite, se apaixone, confunda, pire, sinta falta, ligue, faça valer cada minuto ao lado de quem você ama.

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