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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dezenove de junho de dois mil e onze: Escolhas!

Eu queria tempo suficiente pra eu tentar me encontrar no meio dessa multidão, queria espaço pra eu organizar toda essa vida que anda espalhada por aí. Queria sentir amor, queria... E querer não poder. A vida que eu levo ultimamente tem me deixado de cabeça para baixo, eu nem sei o que está acontecendo muito bem, ou eu sei? Talvez eu saiba, eu só acho complicado entender todas essas coisas. Eu só estou cansado de mim mesmo, da minha vida monótona, de tudo, TUDO. Sair de casa e sentar no banco da praça, ir ao cinema, fugir, não resolveria meu problema. Não sei o que pode resolver meu problema. Será que eu preciso pedir perdão? Preciso abrir mão? O que eu preciso fazer pra eu ficar satisfeito, ficar feliz. Cansei de me arrepender de tudo o que eu faço, bom, eu só faço besteira. Eu queria ter orgulho de mim mesmo, pelo menos eu queria me dar orgulho, já que meus pais não sentem o mesmo, eles me amam, o que já é suficiente, mas eu queria que eles abrissem a boca deles e falassem aos amigos – eu tenho orgulho do meu filho – e o que você sente quando seus pais não têm orgulho de você? E talvez eles estejam certo, tudo que eu fiz até hoje nunca foi motivo pra eles sentirem orgulho de mim. Todo mundo tem seus altos e seus baixos, e na maioria das vezes eu estive no baixo, algumas vezes porque a vida quis me testar e outras vezes por burrice mesmo, é... Burrice. O que tem estampado na minha cara é apenas uma farça. Eu queria me entender, queria ser eu mesmo, essa máscara tem que cair antes que não haja tempo. E a minha cabeça sente dor constantemente, gira muito e ta doendo muito e eu estou desesperado. Loucura, talvez eu esteja com isso mesmo, talvez eu seja neurado, precisando de um psicólogo. Não, eu preciso de mim mesmo, ninguém vai resolver meus problemas, no mínimo que alguém pode fazer por mim é me aconselhar. Se conselho fosse bom não se daria, se vendia (tenho que admitir que tem uns que valem à pena seguir), mas eu preciso seguir sozinho de alguma forma, mesmo que tropeçando, depois eu levanto e continuo a andar novamente, o que pode ser difícil. Preciso voltar no passado e dizer à ele que eu abro mão dele, que eu já esqueci, encontrar alguma forma de não sofrer mais, me acostumar com a vida que eu quero, sempre quis. Preciso de coisas novas, de amigos novos sem precisar esquecer os velhos. Se você não está entendendo o que eu estou dizendo, é simples, apenas um adolescente que pensa que tem problemas e não sabe como resolver e na data mencionada acima resolvi fazer escolhas à minha vida. É, eu penso que eu tenho problemas, e dizem que quando nos estressamos com esses mesmos problemas nosso rosto se enche de acnes, e então eu sou a prova de que eu tenho problemas. Isso é um desabafo pra mim mesmo, e quando falo comigo mesmo, coisas idiotas saem da minha cabeça. Eu quero conhecer a minha segurança, quero estar seguro de tudo, queria me despedir sem poder ir, queria ficar e não desisti. Tentarei, farei o possível para que tudo dê certo, estarei de pé enquanto houver fôlego dentro de um peito. Prometo à mim mesmo que amarei de algum jeito, em algum dia, mesmo que leve três meses. Falarei a verdade, mesmo que me custe a vida, mas evitarei que o meu mundo tenha um avalanche. Estarei sem máscara, sorrindo de verdade... Estarei para sempre!

Foram escolhas não muito difíceis de tomar, só precisava de um passo meu, vai depender de mim. Quero me lembrar todos os dias do que me aconteceu hoje, da briga que tive, queria brigar de novo para eu poder me lembrar das escolhas que fiz, só por precaução...

"Tudo dói, e eu já nem sei mais para onde ir nem o que fazer, se ao menos - Você me amasse um pouco, não estaria aqui e agora . Neste bar . Sozinha . Longe de você e de mim

Caio F. Abreu."

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